Tráfego pago é todo visitante que chega ao seu site, perfil ou WhatsApp por meio de um anúncio. Em vez de esperar que as pessoas encontrem a empresa sozinhas, você paga para aparecer para o público certo, na hora certa. É a forma mais rápida de colocar uma oferta na frente de quem pode comprar, e também a mais fácil de medir.
Tráfego pago x tráfego orgânico
O tráfego orgânico vem sem pagamento por clique: posição no Google por SEO, alcance natural no Instagram, indicações. Ele é construído com o tempo e tende a ficar mais barato no longo prazo. O tráfego pago gera visitas a partir do primeiro dia de campanha, mas para quando o investimento para. As empresas que crescem com consistência usam os dois: o pago traz resultado rápido e dados, o orgânico reduz a dependência dos anúncios.
Principais plataformas
- Google Ads: anúncios na busca, no YouTube, no Shopping e em sites parceiros. Ideal para captar quem já está procurando. Veja como funciona o Google Ads.
- Meta Ads: anúncios no Instagram, Facebook e WhatsApp. Ideal para gerar demanda e falar com públicos específicos. Veja como funciona o Meta Ads.
- LinkedIn Ads: indicado para vendas B2B, com segmentação por cargo, setor e tamanho de empresa.
- TikTok Ads: vídeos curtos com grande alcance, principalmente para públicos mais jovens.
Como se paga pelos anúncios
- CPC (custo por clique): paga quando alguém clica. Comum no Google.
- CPM (custo por mil impressões): paga a cada mil exibições. Comum em campanhas de alcance.
- Custo por resultado: a plataforma otimiza para a ação escolhida (mensagem, cadastro, compra) e mostra quanto custou cada uma.
Na prática, o número que importa é o custo por cliente: quanto foi investido dividido pelo número de vendas geradas.
O funil do tráfego pago
Nem todo mundo que vê um anúncio está pronto para comprar. Por isso as campanhas são organizadas em etapas:
- Topo: apresentar a marca para quem ainda não conhece, com conteúdo útil ou vídeo.
- Meio: falar com quem já interagiu, mostrando diferenciais, cases e depoimentos.
- Fundo: oferta direta para quem visitou o site ou demonstrou interesse, com chamada para contato.
Esse último público é o remarketing, e costuma ter o menor custo por contato.
O que precisa estar pronto antes de anunciar
- Oferta clara: o que você vende, para quem e por que escolher você.
- Página de destino: um site ou landing page rápido, que fale da mesma oferta do anúncio.
- Medição: Google Tag Manager, Analytics, tag de conversão do Google e pixel da Meta instalados.
- Atendimento: alguém para responder rápido. Um contato que espera horas por resposta costuma esfriar.
- Criativos: imagens e vídeos feitos para anúncio, não apenas posts reaproveitados.
Quanto investir
O investimento ideal depende do custo por clique do seu mercado, da sua margem e de quantos clientes você consegue atender. Uma forma simples de começar: defina quanto pode pagar por um novo cliente, estime a taxa de fechamento do seu atendimento e calcule quantos contatos precisa por mês. Comece com uma verba que permita testar por algumas semanas sem pressa e aumente o investimento nas campanhas que mostrarem o melhor custo por cliente.
Métricas para acompanhar
- Custo por contato (mensagem, formulário ou ligação).
- Taxa de conversão da página de destino.
- Custo por cliente e retorno sobre o investimento.
- Taxa de cliques dos anúncios, para avaliar os criativos.
Erros comuns de quem está começando
- Anunciar sem medir conversões.
- Mandar o tráfego para o perfil do Instagram ou para a página inicial.
- Desistir na primeira semana, antes de a campanha sair da fase de aprendizado.
- Aumentar a verba de uma campanha que ainda não está validada.
Próximos passos
Se a sua empresa quer começar a anunciar com acompanhamento de perto, conheça o serviço de gestão de tráfego pago da GBX e as landing pages que usamos para transformar clique em contato. Para uma visão completa da estratégia, veja também o marketing digital completo.